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> <channel><title>Orador</title> <atom:link href="http://orador.org/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://orador.org</link> <description>Discursos, cursos e oratoria</description> <lastBuildDate>Mon, 12 Sep 2011 13:13:38 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>O coreógrafo do sonho americano</title><link>http://orador.org/2011/09/o-coreografo-do-sonho-americano/</link> <comments>http://orador.org/2011/09/o-coreografo-do-sonho-americano/#comments</comments> <pubDate>Mon, 12 Sep 2011 13:13:33 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[oratoria]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://orador.org/2011/09/o-coreografo-do-sonho-americano/</guid> <description><![CDATA[José Geraldo Couto 6 de setembro de 2011 às 10:03h Busby Berkeley foi o rei do escapismo na Grande Depressão americana e um artista que expandiu a estética do cinema. Por José Geraldo Couto. Foto: AFP Para alguns, Busby Berkeley (1895-1976) foi o rei do escapismo, forjando fantasias delirantes e eufóricas quando os norte-americanos enfrentavam a Grande Depressão. Para outros, um artista que expandiu&#160;as possibilidades estéticas do cinema com suas coreografias exuberantes, caleidoscópicas, em que a precisão geométrica convivia com &#8230; <a
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class="post-author arial-normal " style="display: block;"><em>José Geraldo Couto</em></span> <span
class="post-author arial-normal" style="display: block; padding: 40px 0 14px; "><em>6 de setembro de 2011 às  10:03h</em></span><div
id="attachment_43629" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a
rel="attachment wp-att-43629" href="http://www.cartacapital.com.br/cultura/coreografo-do-sonho-americano/attachment/busby-berkeley"><img
class="size-medium wp-image-43629" title="Calçada da memória " src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Busby-Berkeley-300x211.jpg" alt="" height="211" width="300" /></a><p
class="wp-caption-text">Busby Berkeley foi o rei do escapismo na Grande Depressão americana e um  artista que expandiu a estética do cinema. Por José Geraldo Couto. Foto: AFP</p></div><p>Para alguns, Busby Berkeley (1895-1976) foi o rei do escapismo,  forjando fantasias delirantes e eufóricas quando os norte-americanos  enfrentavam a Grande Depressão. Para outros, um artista que expandiu&nbsp;as  possibilidades estéticas do cinema com suas coreografias exuberantes,  caleidoscópicas, em que a precisão geométrica convivia com a  sensualidade.</p><p>Filho de uma atriz e de um diretor de teatro, Berkeley viveu no palco desde a infância. Na juventude, foi ator, diretor e coreógrafo. Na  Broadway, trabalhou com J. J. Shubert e Florenz Ziegfield.</p><p>Atraído pela extravagância e magnificência de seus números musicais,  Samuel Goldwyn o chamou a Hollywood. Mas logo Berkeley foi para a  Warner, onde consolidou seu estilo, baseado numa geometria art déco, em  que as principais inovações eram as tomadas do alto e os closes sensuais nas dançarinas.<br
/>A dança, propriamente, ficava em segundo plano. Nesse período a Warner  teve de ampliar um de seus galpões para comportar os delírios  coreográficos do artista.</p><p>Em 1939, foi para a MGM, onde se adequou a orçamentos mais  controlados. Dirigiu e coreografou ali quatro filmes da dupla Judy  Garland e Mickey Rooney e o primeiro estrelado por Gene Kelly, Idílio em Dó-Ré-Mi (1942). Curiosamente,<br
/>porém, seu melhor trabalho como diretor é um policial, Tornaram-me um Criminoso (1939).</p><p>Sua vida pessoal foi atribulada. Casou-se quatro vezes e teve  inúmeros casos. Em 1935, dirigindo embriagado, causou um acidente que  matou três pessoas. “Numa época de fome, depressão e guerras, eu quis  fazer as pessoas felizes,<br
/>ao menos por um par de horas”, dizia. Conseguiu.</p><p><strong>Rua 42&nbsp;(1933)</strong></p><div
id="attachment_43630" class="wp-caption alignleft" style="width: 145px"><a
rel="attachment wp-att-43630" href="http://www.cartacapital.com.br/cultura/coreografo-do-sonho-americano/attachment/dvd_21132"><img
class="size-thumbnail wp-image-43630" title="Rua 42 (1933)" src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/DVD_21132-135x150.jpg" alt="" height="150" width="135" /></a><p
class="wp-caption-text">Rua 42 (1933)</p></div><p>O primeiro trabalho de Busby Berkeley na Warner foi a direção dos  musicais desta comédia romântica de Lloyd Bacon, em que um famoso  diretor (Wayne Baxter) tenta montar um último espetáculo na Broadway.  Clássico dos<br
/>musicais em preto e branco pelas coreografias de Berkeley.</p><p><strong>Entre a Loura&nbsp;e a Morena (1943)</strong></p><div
id="attachment_43631" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a
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class="size-thumbnail wp-image-43631" title="Entre a Loura e a Morena (1943)" src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/dvd_13936-150x150.jpg" alt="" height="150" width="150" /></a><p
class="wp-caption-text">Entre a Loura e a Morena (1943)</p></div><p>Na véspera de partir para a guerra, playboy (James Ellison) tem noite de amor com uma chorus girl (Alice Faye). Musical dirigido por Berkeley e tornado famoso, entre outras coisas, pela presença da orquestra de  Benny Goodman e pelo célebre número The Lady with a Tutti Frutti Hat,  com Carmen Miranda.</p><p><strong>A Bela Ditadora&nbsp;(1949)</strong></p><div
id="attachment_43632" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a
rel="attachment wp-att-43632" href="http://www.cartacapital.com.br/cultura/coreografo-do-sonho-americano/attachment/293582_4"><img
class="size-thumbnail wp-image-43632" title="A Bela Ditadora (1949)" src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/293582_4-150x150.jpg" alt="" height="150" width="150" /></a><p
class="wp-caption-text">A Bela Ditadora (1949)</p></div><p> Time de beisebol é herdado por beldade (Esther Williams) que impõe  suas regras. Um jogador (Frank Sinatra) se apaixona por ela, mas o  colega de quarto (Gene Kelly) tampouco fica imune à patroa. Comédia  musical de Berkeley, que influenciou Kelly e dirigiu os melhores trabalhos de Williams.</p><div
class="zemanta-pixie"><img
class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=5c6c40e4-b8f1-8a99-a6a9-4d65a26cefde" /></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://orador.org/2011/09/o-coreografo-do-sonho-americano/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cursos de Oratoria no Brasil</title><link>http://orador.org/2010/11/cursos-de-oratoria-no-brasil/</link> <comments>http://orador.org/2010/11/cursos-de-oratoria-no-brasil/#comments</comments> <pubDate>Thu, 25 Nov 2010 03:49:01 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[oratoria]]></category> <category><![CDATA[curso]]></category> <category><![CDATA[falar]]></category> <category><![CDATA[medo]]></category> <category><![CDATA[publico]]></category> <category><![CDATA[sao paulo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://174.120.226.149/~orador/?p=5</guid> <description><![CDATA[Acho que esse é um tema pouco discutido no Brasil: Oratoria, e não somente oradores. Digo isso porque a internet está repleta de sites com discursos, textos, e até vídeos sobre oradores, mas sobre a Oratoria mesmo, enquanto técnica, vi muito poucos. Por isso a razão deste site existir. Acho que a prudência manda, antes de mais nada, que aqueles que buscam começar nessa área referente a falar em público, quer através de cursos, como ainda de &#8220;auto-aprendizado&#8221;, é importante &#8230; <a
href="http://orador.org/2010/11/cursos-de-oratoria-no-brasil/">Continue reading <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Acho que esse é um tema pouco discutido no Brasil: Oratoria, e não somente oradores. Digo isso porque a internet está repleta de sites com discursos, textos, e até vídeos sobre oradores, mas sobre a Oratoria mesmo, enquanto técnica, vi muito poucos. Por isso a razão deste site existir.</p><p>Acho que a prudência manda, antes de mais nada, que aqueles que buscam começar nessa área referente a falar em público, quer através de cursos, como ainda de &#8220;auto-aprendizado&#8221;, é importante que se preste atenção na qualidade e na experiência daqueles que defendem as diversas escolas e cursos existentes no Brasil.</p><p>Verdade seja dita, a maioria tem péssima qualidade. E isso ocorre porque as pessoas são muito ingênuas. Veja só o golpe típico:</p><p>Os golpes</p><p>a) &#8220;Ah.. tal professor tem &#8220;N&#8221; livros publicados&#8230;&#8221;.</p><p>Quantos livros Albert Einstein escreveu? Grandeza ou inteligência nada tem a ver com livros, até porque, nos dias atuais, com as chamadas &#8220;gráficas rápidas&#8221;, qualquer um pode contratar um estudante universitário para redigir um texto, e publicar um &#8220;livro&#8221; em menos de uma semana, com um custo de menos de 2.000,00 reais (com estudante e tudo!).</p><p>Isso, para não falarmos naqueles que escrevem 5 ou 6 livros iguais de conteúdo, e com títulos diferentes, apenas para dizer que escreveu vários livros. Ou ainda aqueles que fazem o rídiculo de colocar algo como &#8220;150ª edição&#8221;&#8230;. Gente, &#8220;O nome da Rosa&#8221;, um clássico da literatura mundial, teve como que 3 ou edições&#8230; Se alguém faz isso num livro, é porque o povão é burro e não sabe que &#8220;edição&#8221; significa &#8220;reescrever&#8221; ou acrescentar capítulos a um livro. Se um cara &#8220;reescreve&#8221; um livro 150 vezes, ou é porque o primeiro era um lixo, ou porque quer fazer o povão crer que o livro é &#8220;um sucesso&#8221;&#8230;</p><p>b) &#8220;Ah.. tal professor leciona em tal faculdade&#8221;&#8230;</p><p>Sinceramente, se o cara fosse bom mesmo teria empresa própria constituída e estaria ganhando dinheiro no mercado, e não trabalhando para os outros, concorda?</p><p>c) &#8220;O curso tem técnicas de &#8216;neurolinguistica&#8217;&#8230;.&#8221;</p><p>Coooooorraaaaa&#8230;.. Esses são os piores. A tal neurolinguistica (que o tal &#8220;Lairr Rybeiro&#8221; defendia, e que hoje ninguem nem fala mais nele) é duramente criticada por psicologos do mundo inteiro. São técnicas de autosugestão (hipnose) para te dar autoconfiança. Detalhe, hipnose, mesmo por psicologos formados, é algo que pode trazer serissimas consequências na sua vida (ainda mais quando feito por &#8220;não psicologos&#8221;). E mais, não adianta nada você se auto-sugerir que sabe fazer palestras. O maximo que vai ocorrer é que vão rir da sua cara e sua hipnose vai te impedir de ver a realidade&#8230;</p><p>d) &#8220;O professor é fonoaudiólogo ou o curso tem um&#8221;</p><p>Embora alguns fonoaudiólogos forcem a barra, tentando fazer parecer que Oratória seja algo somente relativo à voz, isso não tem nada a ver. Se você pegar a voz do Lula (ou Janio Quadros, antigamente), por exemplo, ele seria reprovado nesse quesito (voz), no entanto (ao menos para uma parte do povo), ele fala bem, tem boa oratória. Além  disso, fonoaudiologia é uma ciência nova &#8211; regulamentada em 1989 no Brasil, salvo engano) e se ocupa de tratar problemas da fala (gagueira, rouquidão, etc). Se n]ao é o seu caso, a presença de um fonoaudiólogo num curso de oratória é dispensável.</p><p>Como encontrar um bom curso?</p><p>Essa é a parte mais dura. Existem  no Brasil apenas duas empresas totalmente especializadas em Oratória (ou seja, ensinam apenas isso), mas os preços não são acessíveis para a maioria gigantesca da população. Mas, se você tem dinheiro para investir, vale a pena pesquisar o Curso de <a
href="http://www.mnecho.com" target="_blank">Oratoria</a> do  Instituto Moreira Necho ou o Oswaldo Melantônio, ambos em São Paulo.</p><p>Existem outros cursos em todo o Brasil, e com preços bem mais em conta, para falar a verdade. Porém, é interessante você evitar &#8220;bancar a cobaia&#8221;. Espere algum colega seu fazer e, especialmente, verifique se tal colega fala bem em público e se ele teve uma melhora real após o curso. Do contrário, você pode jogar seu tempo fora, e se bobear ainda aprender coisas erradas.</p><p>* Evite, a todo custo, cursos com professores jovens demais (menos de 40 anos), pois oratoria requer experiência. Não adianta nada ser formado nisso ou naquilo e não ter o chamado &#8220;background&#8221; na área de atuação. E, óbvio, não se esqueça de verificar a quantos anos ele ou ela atuam no segmento.</p><p>* E por falar em professor em <a
href="http://expressaoverbal.org" target="_blank">expressão verbal</a>, pergunte ANTES,  se quem dará todas as aulas será o professor principal, ou se haverá a presença de auxiliares. Pois não há nada mais anti-consumidor que você pagar para ter aulas com um professor de renome e descobrir depois que a maioria do tempo você ficará com &#8220;auxiliares&#8221;.</p><p>* Além disso, tem cursos que parecem uma colcha de retalhos didática. Tem um monte de professores. Isso significa uma coisa: Nenhum deles sabe o suficiente para ensinar. Se você tiver dúvida de uma área, terá de esperar o &#8220;especialista&#8221; chegar, em outro dia, para sanar sua dúvida. Fuja desses também. Já diz o ditado, &#8220;quando cego guia cego, caem ambos na fossa&#8221;.</p><p>* Verifique quem fez o curso antes, em qual empresa atua, etc. E fuuuja de &#8220;testemunhos&#8221; de políticos e &#8220;personalidades&#8221;. Na gigantesca maioria são testemunhos pagos (ou você acha que personalidades vivem do quê?).</p><p>* E, mais importante, NUNCA feche um curso sem antes assistir uma aula de demonstração. Pois, se sequer o professor souber fazer um bom discurso, como poderá te ensinar alguma coisa? Se o curso tiver &#8220;vendedores&#8221; ou fizerem qualquer pressão para você fechar, diga que está desempregado, não tem cheques e apenas foi lá conhecer o curso.  Mas não se matricule se não sentir plena confiança.</p><p>Com estas pequenas dicas, e um pouco de sorte, talvez você consiga encontrar um bom curso, sem ter que investir muito em algum curso famoso.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://orador.org/2010/11/cursos-de-oratoria-no-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
